um caminho para seguir, não para chegar a algum lugar: a vida. é assim a minha, enquanto sigo a trilha, há a trilha/vida sonora, em todos os momentos, até nos silêncios. então, cantemos a vida ou escute com calma. escrevamos nossas partituras existenciais.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
A hora do café
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Crônica para mais um aniversário

Vejam só, é mais um “6 de maio”. A data que eu acho tão bonita, sonora, outonal... Hoje, resolvi fazer (muito por força da situação, é claro) uma pequena comemoração particular. Fui a um café, em estilo meio argentino, na rodoviária – considero um pequeno capricho, para agradar a mim mesma, nesses tempos de se contar todas as moedinhas. Ali nasceu o texto, transcrito para o espaço cibernético agora, divido com vocês o meu feliz aniversário!
Para mim, as grandes mudanças não são a cada ano – Reveillon nunca deu certo para a Ana Júlia em termos de ‘ano novo, vida nova’. Pelo sim e pelo não. Queiram os astros ou indiquem as evidências, creio que minha lógica é mais adequada. Afinal, meu calendário sempre recomeça em maio.
Neste novo ano que se inicia hoje, realmente, uma nova etapa. Hoje é uma sexta e completa-se a primeira semana em que comecei a viver
Algumas coisas destes 28 anos são remanescentes, resistentes. As bochechas vermelhas na hora das felicitações, a indignação com as injustiças do mundo, a esperança e a curiosidade... Nesta noite sonhei com pessoas queridas que já se foram – talvez vontade de que estivessem aqui. Acredito que apareceram em meus sonhos para me parabenizar, melhor pensar assim não é mesmo?
E será um dia lindo, como já está sendo. Pessoas que amo, pessoas que adoro, pessoas que começo a conhecer, pessoas que estou aprendendo sempre a conhecer e gostar – obrigada pelas felicitações!
